Forum Brasileiro de IoT e Universidade Presbiteriana Mackenzie trabalharam juntos e enviaram contribuicoes para a Anatel, para a chamada 5G | Fórum Brasileiro de IOT

Forum Brasileiro de IoT e Universidade Presbiteriana Mackenzie trabalharam juntos e enviaram contribuicoes para a Anatel, para a chamada 5G




Forum Brasileiro de IoT e Universidade Presbiteriana Mackenzie trabalharam juntos e enviaram contribuicoes para a Anatel, para a chamada 5G

O Forum Brasileiro  de IoT e a Universidade  Presbiteriana Mackenzie juntaram esforços  e times  para contribuir com sugestões para a relevante chamada da Anatel sobre 5G

Veja release que resume os principais pontos desse documento, que teve varias publicações na mídia.


O Fórum Brasileiro de IoT e a Universidade Presbiteriana Mackenzie promoveram discussões sobre a Consulta Pública nº 9 da ANATEL, buscando contribuir para o aprimoramento do Edital de Licitação do 5G, no Brasil.

A tecnologia 5G vem sendo considerada de alto potencial transformador da economia e da sociedade, inclusive como catalisador da disseminação da Internet das Coisas. Assim, consideramos que os licenciamentos decorrentes desse Edital terão grande relevância para toda a sociedade e, especialmente para o ecossistema nacional de IoT

Como o espectro de radiofrequências é um recurso escasso, cumprimentamos a Agência por suas propostas de promoção da competitividade, além da ampliação da cobertura do território nacional. 

Adicionalmente, apresentamos algumas sugestões que acreditamos ampliam as oportunidades de prestação de serviços pelos Prestadores de Pequeno Porte (PPPs), que têm tido sucesso em levar conectividade em banda larga fixa para áreas de menor interesse econômico das grandes operadoras. Com isso, esperamos que estas PPPs tornem-se igualmente um motor de promoção de serviços de IoT nestas regiões, contribuindo para o Plano Nacional de IoT.

Também consideramos essencial que o Edital leve em consideração as mudanças significativas verificadas em outros países, tais como Alemanha, Inglaterra e EUA, onde a disponibilização de espectro para implantação de redes privadas tem fomentado inovações que trazem ganhos de produtividade para setores como indústria, agronegócio, saúde, entre outros. 

As redes privadas são consideradas particularmente interessantes em cenários de aplicações especializadas, que usualmente não são compatíveis com os níveis de serviço ou os modelos econômicos proporcionados pelas redes públicas. Na área industrial, setores como de agricultura e pecuária, manufatura, óleo e gás, energia e mineração são alguns exemplos típicos que dependem de sistemas de aplicação crítica.

Portanto, sugerimos à Anatel que não esgote todo o espectro disponível neste momento apenas com o Serviço Móvel Pessoal, e que considere, para todas as faixas em discussão, a disponibilização de espectro para licenciamentos locais, tornando possível a implantação de redes privadas segundo as regras do Serviço Limitado Privado.

Em resumo, nossas principais contribuições à Consulta Pública são:

Retirada, da rodada inicial, da faixa de 700 MHz e disponibilização, na sequência, de apenas um bloco de 5+5 MHz para licenciamento regional nessa faixa.

Disponibilização do bloco de 5+5 MHz restante para posteriores licenciamentos locais, em caráter primário, permitindo a implementação de redes privadas no ambiente do agronegócio e em outras verticais de mercado que dependem de cobertura mais ampla.

Garantir a disponibilidade das melhores opções técnicas para que as PPPs utilizem a tecnologia 5G. A possibilidade de aquisição conjunta de espectro nas faixas de 3,5 GHz e 700 MHz mitiga os conhecidos problemas de cobertura de uplink na faixa intermediária. 

Adicionalmente, a faixa de 700 MHz disponibilizada aos PPPs daria condições para que essas prestadoras contem com uma alternativa de excelente cobertura para provimento de serviços IoT, principalmente para verticais do agronegócio e de indústrias que operam em áreas remotas (mineração, óleo e gás, energia).

Inclusão dos serviços SCM e SLP em todas as faixas licitadas, sem a obrigatoriedade da prestação do SMP. As PPPs tradicionalmente atuam no SCM.

Mudança do spectrum cap na faixa de 3,5 GHz para 100 MHz, mantendo um alinhamento com recomendações internacionais da UIT e da GSMA, ao mesmo tempo em que se reduz a concentração de espectro em poucos atores, promovendo a competitividade e uma eventual disponibilidade de restos para uso em SLP.   

Destinação de faixa específica na faixa intermediária (3,5 GHz) para licenciamento

local, em caráter primário, não somente para ambientes indoor e de small cells. Há cenários de uso de redes 5G privadas em telemedicina e em operações logísticas em portos, aeroportos, e outras instalações de grande porte, que demandam cobertura mais ampla, alta taxa de dados, alta confiabilidade e baixa latência.

Harmonização da faixa dedicada ao licenciamento local em 3,5 GHz com faixas dedicadas a essa finalidade em outros países, aumentando a disponibilidade de soluções para a  disseminação da tecnologia em território nacional.

A disponibilidade de espectro para redes limitadas privadas é considerada um fator de habilitação do desenvolvimento nacional de equipamentos e soluções, permitindo que a tecnologia 5G seja estudada, implementada e dominada pela engenharia brasileira.





Criado em 06/05/2020 13:06 ( Atualizado em 07/05/2020 13:54)

































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